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quarta-feira, 11 de junho de 2014

FESTA DE NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO - 27 DE JUNHO.



ORIGEM DA DEVOÇÃO

Muito venerado no oriente desde os tempos imemoriais, o ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro está entre as mais expressivas invocações a Maria, Mãe de Deus. No Brasil, a devoção de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é muito popular. As novenas perpétuas são bastante concorridas e participadas onde são celebradas.
  •        Origem desconhecida
Não se conhece a origem da pintura denominada Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Alguns historiadores indicam que o quadro teria sido pintado por uma artista grego, por volta do século XIII ou XIV. Sabe-se, porém, que ele pertencia a uma igreja na ilha de Creta, onde era venerado.
   •       O roubo do Quadro
A história nos conta que o quadro foi roubado dessa igreja por um rico comerciante, que o levou para vendê-lo em Roma. Dizem que, durante a viagem, uma forte tempestade colocou em perigo a vida dos passageiros e somente com a intervenção de Nossa Senhora eles conseguiram se salvar.
•          1ª e 2ª aparições
Quando o comerciante morreu, o quadro ficou sob a guarda de uma família romana e foi nessa casa que Nossa Senhora apareceu a uma menina de seis anos e pediu que o quadro fosse colocado em uma igreja onde ela deveria ser venerada com o título de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Em outra aparição, Nossa Senhora indicou que gostaria que o quadro fosse colocado na Igreja de São Mateus, cuidada pelos padres agostinianos.
•          O quadro foi esquecido
Então, o quadro foi entregue à igreja de São Mateus, no ano de 1499, onde permaneceu durante 300 anos. A Igreja tornou-se local de peregrinação e muitos que lá acorriam contavam graças recebidas por intermédio de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Com a invasão de Roma pelos franceses, em fins do século XVIII, a igreja foi destruída e os religiosos agostinianos que ali trabalhavam levaram o ícone para outro lugar, onde ficou guardado e esquecido.

•          Papa Pio IX confia o quadro aos Redentoristas
Em 19 de janeiro de 1866, o Papa Pio IX confiou o quadro de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro aos missionários redentoristas, com a especial recomendação: “Fazei que todo o mundo A conheça”. Para torná-lo conhecido e amado em todo o mundo outras cópias seguiram com esses missionários para a divulgação da devoção. Nossa Senhora do Perpétuo Socorro foi declarada Padroeira dos Redentoristas, cuja a festa é celebrada no dia 27 de junho.
•          Padroeira dos Redentoristas
Depois de restaurado, o ícone foi devolvido à veneração pública e entronizado solenemente na igreja de Santo Afonso, construída sobre as ruínas da antiga igreja de São Mateus e de São João de Latrão. Hoje, o quadro é o ícone da tradição bizantina mais venerado no mundo, graças ao trabalho dos redentoristas.

Fonte: http://www.santuarioperpetuosocorro.org.br/origem.php

terça-feira, 6 de maio de 2014

ESPIRITUALIDADE REDENTORISTA: TEXTO ESCRITO POR Pe. JOSÉ ULYSSES DA SILVA, C.Ss.R

ESPIRITUALIDADE REDENTORISTA
PE. JOSÉ ULYSSES DA SILVA. CSSR.  

O QUE SIGNIFICA SER REDENTORISTA?

         Qual é a essência do ser redentorista? A missionariedade. Isto significa que a definição de nossa espiritualidade não nos vem da ordenação, nem da vida religiosa em sua con- cepção genérica. Nossa identidade depende da missionariedade. Em nossa vocação, o ser missionário condiciona e define a vida religiosa e o sacramento do ordem. A vida e a obra de Santo Afonso, particularmente a fundação de uma nova congregação, desenvol- veu-se a partir de sua prática missionária: “A Missão é o elemento catalisador da vida do grupo em suas várias manifestações: das estruturas da comunidade à atividade cultural”.1
Em que consiste a missionariedade redentorista? Dois pólos irão constituir e caracterizar a missionariedade afonsiana: Jesus Cristo, como o Santíssimo Redentor e os Pobres a- bandonados, como os redimidos. São duas realidades bem concretas e condicionantes da vida de Afonso e da vida de todos seus seguidores imediatos. Ao redor deste binômio, ele vai articular todo o seu ideal e projeto de vida, porque esses dois pólos farão conver- gir toda a potencialidade de seu amor afetivo e efetivo. O amor a Jesus Cristo e o amor aos pobres e aos pecadores se transformarão em um só amor na vida de Afonso: “Sejam meus imitadores, assim como eu o sou de Cristo" (1Cor 11, 1). Este é o 'intento' funda- mental proposto por Afonso. Nosso estilo de vida de fé, de vivência cristã e de ação pas- toral são definidos e identificados a partir dessa herança histórica, retomadas com muita força por nossas Constituições atuais. 

1 Raponi Sante, A Espiritualidade Redentorista das Origens, em Cadernos Redentoristas-13, CERESP, Ed. Santuário, Aparecida 1999, p. 34
         Podemos afirmar que não há originalmente em Afonso o sonho de fundar um novo institu- to religioso. Toda a sua preocupação era dar uma resposta missionária aos destinatários mais abandonados que encontrou em Scala. A consagração religiosa, o sacramento da ordem, toda a organização posterior vão surgindo como conseqüências necessárias para realizar o seu ‘intento’ ou então são impostas pela estrutura eclesiástica.  
Mais do que nunca, a missionariedade tornou-se uma urgência para toda a Igreja. Quan- do escutei pela primeira vez o tema proposto para a V Conferência do Celam, senti que era algo muito identificado conosco. “Discípulos e Missionários de Jesus Cristo, para que n’Ele nossos povos tenham Vida: Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida (Jo 14,6) é um tema que toca diretamente nossa vida e nosso agir pastoral. Ser Missionário é algo que parece pertencer a nós, redentoristas, mais do que a outros consagrados. E o ser Discí- pulo, ainda que seja um desafio para nossas vidas, é também uma proposta muito clara de nossas Constituições, quando nos pedem para continuar o exemplo de nosso Reden- tor. Missão e Missionário são os termos que perpassam todo o Documento de Aparecida, ecoando como uma nova convocação de todos os católicos.
         A Comissão de reestruturação, desde o início de seus trabalhos e desde o primeiro do- cumento enviado à Congregação, denominado “Trabalho em andamento”, não teve dúvida- da em colocar como primeiro princípio norteador para uma autêntica reestruturação a a- firmação: “a reestruturação é em vista da missão”. Uma reestruturação que parece atingir apenas estruturas organizativas externas, mas que penetra profundamente em nosso ser e agir redentoristas, porque atinge a essência da nossa vida: ser ou não ser missionários, viver ou não como missionários.
Nós existimos para ser Missionários para os pobres. É esta a essência das nossas vidas como redentoristas. Por causa dessa finalidade, nós nos reunimos em comunidade apos- tólica, nós nos consagramos ao Senhor pelos 4 votos, recebemos uma formação ade- quada, organizamos nossas formas de governo e nós acolhemos o chamado para ser ministros ordenados ou não ordenados na Igreja.
A convocação atual para uma reestruturação da nossa Congregação é um chamado para uma profunda renovação do nosso ser Missionário. Não se trata apenas de uma questão administrativa. Muito mais do que isto, queremos haja um novo esforço para seguirmos mais fielmente nossas Constituições e para estarmos mais atentos aos sinais dos nossos tempos.
           Para reestruturar nossas vidas como Missionários, será fundamental retomar com um empenho muito mais profundo e até radical à nossa espiritualidade, como base da nossa disponibilidade missionária. Pobreza, castidade, obediência e perseverança são dons do Espírito que nos capacitam para sermos livres e abertos, dispostos, desejosos e felizes no serviço aos pobres, onde quer que necessitem a nossa presença e ação. Se não le- vamos a sério a prática dos votos, será impossível levar adiante o carisma missionário de nossa Congregação e não haverá chance alguma de reestruturação.

Eis o chamado que concretiza o lema de “dar a vida pela copiosa Redenção”. E, para nós, no Brasil e na América Latina, trata-se de assumir a proposta de sermos Discípulos- Missionários de Jesus Cristo, para a vida dos nossos povos, principalmente para a vida do pobre e do abandonado.

segunda-feira, 10 de março de 2014

15 MARÇO, FESTA DE SÃO CLEMENTE MARIA HOFBAUER.





SÃO CLEMENTE MARIA HOFBAUER

Nasceu em 26 de dezembro, do ano 1751. Em 19 de março de 1785 fez a profissão religiosa (redentorista). Faleceu dia 15 de março de 1820. Beatificado no dia 29 de Janeiro de 1888 pelo Papa Leão XIII. Canonizado como santo da Igreja católica dia 20 de maio de 1909. Em 1914, o Papa Pio X concedeu-lhe o título de Apóstolo e Patrono de Viena.
Na história da Congregação Redentorista e da Igreja, São Clemente Maria Hofbauer é de muita importância. Nascido numa pequena aldeia da Boêmia (atual Checoslováquia), viveu nos anos de 1751 a 1820, mas é um santo moderno, atual. Foi uma pessoa humilde, simples, atenciosa, alegre, bondosa, jovial. São Clemente Maria Hofbauer lutou muito na vida. Foi empregado doméstico, padeiro, andante, eremita, catequista e sacristão. Foi com mil dificuldades que chegou a ser padre, e foi com muita esperança que se fez redentorista. Ordenado padre, logo no ano seguinte foi mandado como missionário para a Áustria.
Ele foi o instrumento usado por Deus para levar a Congregação do Santíssimo Redentor para o mundo, além dos Alpes.  É como se fosse o seu segundo Fundador.  Apóstolo combativo era de grandes iniciativas e foi de muita importância para o catolicismo europeu, principalmente em Viena. O que mais chama a atenção na sua vida é que São Clemente foi um homem de fé profunda e inabalável. Nunca perdeu a fé. Jamais desanimou. Sempre confiou em Deus e nos irmãos.


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Nossos Santos Redentoristas

  


 Santo Afonso Maria de Ligório, fundador da congregação do Santíssimo Redentor( Os Missionários Redentoristas).



                                                       
                                       São Geraldo Majella.




                                            São Clemente Hofbauer
                                                   
                                  São João Nepomuceno Neumann

Padroeira das missões Redentoristas


Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, padroeira das Missões Redentoristas.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Frases: São João Neumann


“Se ficar esperando o momento ideal, nunca sairá do lugar, é preciso um pouco de
loucura para dar o próximo passo.”